repolho frito


Considerações Finais

  Muito obrigado pelos comentários do último post, é bom saber que ainda há com quem discutir. Não quero chegar a nenhuma conclusão sobre o assunto, a idéia é simplesmente juntar opiniões e gerar reflexões (reflexão é quando um cara muito grande se olha num espelho ainda maior que ele).

 

  Mas aí vão alguns aspectos sobre a liberdade que parecem ter sido ignorados. Já foi comentado bastante sobre a liberdade individual versus sociedade, mas quero fazer ainda um breve comentário sobre algo que eu chamarei de liberdade pessoal.

 

  Liberdade pessoal seria uma junção  entre autenticidade e autoconhecimento. Ser autentico está diretamente ligado com liberdade, com você ser aquilo que realmente sente. As pessoas costumam se auto-estereotipar, incluindo-se em certos grupos de pessoas, por ex. eu sou punk, portanto não posso fazer isso ou aquilo para não deixar de ser punk, você não diz isso, talvez nem perceba, mas acontece com todo mundo. O autoconhecimento se torna obviamente importante justamente por isso, você deve entender o que você realmente é e ser honesto consigo mesmo. Se não podemos andar pelados por aí, podemos ao mesmo defender que gostaríamos que isso fosse possível e quem sabe até lutar por isso.

 

 ...ta ta, eu sei que isso ficou com cara de livro de auto-ajuda mas a idéia na minha cabeça parecia boa então deixarei assim mesmo...



 Escrito por mim mais ou menos às 11h44
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Liberdad

 Quantas pessoas ainda entram aqui? duas ou três talvez, quantas delas contribuiríam com um comentário sério?

 Bem, sobre a liberdade, o que vocês acham, o que é liberdade? até que ponto somos livres(se é que somos)? Você acha que tem liberdade? Então que tal tentar não votar mais, ou então que tal passar uma tarde pelado no pátio da sua própria casa. Não estou falando em prejudicar os outros, simplesmente de fazer algo que queira sem ser repreendido pela sociedade, governo, ou todo o resto da porra toda.

 Algo a dizer?

 ...ouvindo The Dillinger Escape Plan - Baby's First Coffin... bandinha pra quem curte metal, um pouco de gritaria e berros no fundo...



 Escrito por mim mais ou menos às 23h51
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Place Without A Postcard

Podem chamar de brega, de "anos 80", do que for (até tem um fundo de verdade... eles realmente fizeram umas coisas meio nojentas) mas esse álbum "Place without a postcard" é incrívelmente foda! do começo ao fim. Eu curto cada segundo, cada virada, cada nota (muitas compostas, diga-se de passagem), cada palavra... às vezes me arrisco até a dizer que é meu cd

favorito. Favorito de TODOS que existem, mas não tenho tanta certeza disso, acho que na realidade nunca serei capaz de dizer isso de algum disco.
Acho que palavras não suficientes para explicar o que sinto ouvindo esse disco. O Gunnar ganhou ele de aniversário em novembro de 2001. Naquela época eu gostava muito de tocar baixo (apesar de eu não possuir um.), e nesse cd baixista faz muitas coisas impressionantes e super-criativas, que desde aquela época me impressionam pra caramba, e talvés esse seja o motivo pelo qual COMECEI a gostar desse cd, e desta banda (mais tarde comprei 5 cds e 2 LPs deles.)
 "Don't Wanna Be The One"; o álbum começa com uma batida SECA na caixa: "Pá!". E então entram um teclado, guitarras, bateria e baixo.  É uma das mais rapidinhas e alegrinhas, com um refrão marcante. Talvés por isso tenha entrado na coletânia de 2000 (20,000 watts R.S.L.). Tem um final barulhento. RRRRRRRROOOOOOOOOOOCK!
 "Brave Faces" também fez sucesso. Tem uma introdução na guitarra e mudanças o tempo todo. Uns Riffs bizarros e no fim uma mudança de tom. O vocal de Peter Garrett é perfeito. Uma das melhores músicas do cd.
  "Armistice Day" tem uma introdução com guitarras tortas que lembram o desenho "Macross", e um ritmo marcado por um bumbo e uns timbres sombrios no fundo (aquilo parece macumba). Depois a música entra num andamento mais acelerado. Tem um final emocionante. 
 "Someone Else To Blame" começa com uma virada na caixa e uns acordes estranhos no baixo. O solo é bizarro. Uma música muito interessante e complexa, com duas guitarras fazendo coisas diferentes.
 Em "Basement Flat" a introdução é no violão com acordes que não se repetem mais no decorrer da música. Tem um refrão grudento pracaramba: "What can I do?" que por várias vezes me serviu de hino em dias de cortar grama. Depois do refrão a música pára e uma guitarra faz um dedilhado esquizito (meio emocionante meio malvado) que logo é acompanhado de um solo. No final da música o refrão se repete, mas com acordes diferentes. Cada vez que ouço essa música fico impressionado.
 "Written In The Heart" é a mais surf-music do disco. no começo a guitarra faz um solo que parece errado. A estrofe é bem esquezitinha e não se repete nenhum acorde nela! O refrão... bem, o refrão... não tem. tem um solo bem legal, com uns acordes inesperados, mas a música "volta ao normal". No fim ela tem um solo de gaita num tom completamente diferente.
 "Burnie" ja foi minha preferida. Em determinado trecho os instrumentos ficam todos em um acorde, preparando o ouvinte para o que vem pela frente: um refrão com uma guitarra cortante e o baixo fazendo a base. Simplismente incrível. A 2ª estrofe começa com Peter Garrett  cantando bem grave e depois fazendo um falsete impressionante, parecendo Areta Franklin. Durante toda a música o baixosta faz acrobacias impressionantes. E por mais que você tente cantar o refrão junto "this is my home - this is my sea - don't paint it with the future of factories..." não consegue acertar o tom. Ou talvés até consiga, mas fica feio. 
  "Quinella Holiday" começa com uns acordes muito estranhos. Depois uma guitarra abafada faz um riff muito massa. Essa também é bem surf-music. Notas bonitas e um solo harmonioso são o prelúdio de um refrão meio... dançante talvés. Depois do refrão vem um dedilhado que lembra blink 182, MAS tem uns acordes menores meio "fora do lugar". O último acorde dessa música é o primeiro da próxima:
  "Love On Sale" a introdução parece iron maiden, MAS é legal. depois 50 segundos a música "engata" num ritmo rapidinho. Esta música também não "acaba", o seu fim está grudado com o começo da próxima:
  "If I Need Kellly Was King" começa com o baixo fazendo timbres (leia-se zumbido [que soam bem desafinados em alguns trechos]), e guitarras fazendo dedilhados. A bateria a princípio cautelosa vai entrando cada vez mais na música. com uma batida no prato a música começa de verdade. Um riff super-animado mas com aquele toque de esquizitice midnight-oiliana. O refrão

também é animado, só que é super curto. E então a música volta para o que ela era no começo zumbido e dedilhado, mas ela volta, e mais emocionante do que nunca, num tom mais agudo e DE REPENTE se ouve , "if the quinella comes in today", o refrão da outra música! pois é...
  "Lucky Country" - tem uma introdução no baixo, com um som bem estranho. logo entra um riff de guitarra bem legal e depois mais um refrão com acordes menores e estranhos. A segunda estrofe é num tom mais grave que a 1ª.  Depois, a música fica sombria; a bateria fica fazendo umas viradas enquanto as guitarras e o baixo fazem um riff meio "do mal", Peter Garrett  fala

e cada vez mais rápido. Mas a parte "do mau" é cortada por um riff de violão muito bonito, no qual vocalista fala muito mais rápido ainda. E então a música entra na sua reta final, e fica muito emocionante, repitindo sempre "lucky country" ela acaba abaixando o volume e fecha o disco com chave de ouro. É uma das faixas que mais me emociona.

Se alguém quiser saber mais sobre a banda: http://www.screamyell.com.br/



 Escrito por Olaf mais ou menos às 10h55
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Ja foi tudo isso aqui ó
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